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domingo, 17 de agosto de 2008

19 de Agosto - Aniversário da Quarta Aparição de Nossa Senhora em Fátima


A 19 de Agosto de 1917, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13 as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.
Em Vila Nova de Ourém, os Três Pastorinhos foram submetidos a múltiplos interrogatórios e ameaçados com violentos castigos. Por fim, foram entregues aos pais.
No Domingo seguinte, 19 de Agosto, Nossa Senhora apareceu-lhes nos Valinhos e pediu-lhes que continuassem a ir à Cova da Iria no dia 13 e que rezassem o terço todos os dias.
"Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas", disse Nossa Senhora.

O programa para a Peregrinação deste ano é o seguinte:
11:00 - Missa internacional, na Basílica.
21:30 - Rosário e procissão, aos Valinhos, com início na Capelinha (levar pilhas eléctricas em vez de velas).
22:00 - Rosário, na Capelinha (para os peregrinos que não podem ir aos Valinhos).
O actual monumento celebrativo desta aparição (na foto acima) foi construído a expensas dos católicos húngaros e inaugurado a 12 de Agosto de 1956. A branca imagem de Nossa Senhora de Fátima é obra da escultora Maria Amélia Carvalheira da Silva.

Peregrinação de 12 e 13 de Agosto


D. Zacarias Kamwenho, arcebispo de Lubango, Angola, presidiu à Peregrinação de 12 e 13 de Agosto no Santuário de Fátima, momento que integrou a Peregrinação do Migrante e do Refugiado.
Na Missa internacional da manhã do dia 13, durante a oração dos fiéis, em Fátima rezou-se "pelos emigrantes e suas famílias, para que o Senhor esteja sempre ao seu lado e superem assim os obstáculos e as dificuldades materiais e espirituais que encontrarem".

Durante a homilia, D. Zacarias Kamwenho sublinhou a importância à atenção aos fenómenos que dão origem aos fluxos migratórios.
«A religião verdadeira, diríamos no nosso contesto da Peregrinação Internacional das Migrações, é estarmos atentos aos fenómenos que provocam as migrações, como sejam as alterações climáticas do planeta, a pobreza, a intolerância politica, ou, como diz o Papa na sua mensagem para este dia, estarmos atentos “ao processo da globalização em curso no mundo, que traz consigo uma exigência de mobilidade que estimula também numerosos jovens a emigrar e a viver longe de suas famílias e dos seus países.” Todos conhecemos as consequências de tais situações, a maior das quais é a chamada “dificuldade da dupla pertença” que, não encontrando apoio nas próprias comunidades e por vezes nas Instituições Sociais, esvaziam os jovens dos seus valores mais sagrados», afirmou o Arcebispo de Lubango.

Sempre com o propósito da sensibilização para o bom acolhimento aos emigrantes, D. António Vitalino Dantas, Bispo de Beja e presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana, durante a Eucaristia da noite de Vigília, no dia 12, focou as raízes cristãs que caracterizam a hospitalidade do continente europeu.
«Foram os valores cristãos, personalizados em Cristo, o Mestre, o Salvador e Senhor, que deram a verdadeira unidade à Europa, mesmo quando esta teve de vencer graves crises, guerras e conflitos. Fátima foi um ponto alto dessa história, pois a Senhora da Mensagem transmitiu aos pastorinhos os valores fundamentais do Evangelho, a conversão e a oração, para que houvesse paz entre as nações. Esta velha Europa precisa, hoje, de ser recordada das suas raízes cristãs e do seu dever de praticar a hospitalidade, para que abra as suas portas e colabore com os filhos dos países mais pobres que chegam às suas fronteiras, não como malfeitores, mas como pessoas, com dignidade igual à nossa, à procura de trabalho e de melhores condições de vida que nos seus países de origem, como o fizeram e continuam a fazer tantos europeus por esse mundo fora», disse o prelado.

Tema do Mês: "Aquele que revela um segredo perde a confiança" (Sir 27,16)
Tema da Peregrinação Nacional das Migrações: "Jovens Migrantes Protagonistas da Esperança"

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Nelson Évora: «Inesquecível experiência»


Comentário de Nelson Évora à experiência pessoal de porta-bandeira de Portugal na Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim de 2008:

«Vivi uma experiência inesquecível, ao transportar a bandeira do nosso país naquele estádio magnífico perante mais de 90 mil pessoas. Inesquecível!

«Vi muita gente a acenar para nós, a tirar-nos fotos, vi também muitas bandeiras portuguesas nas bancadas, o que nos transmite uma boa sensação de nos sentirmos apoiados.

«Entre a Missão reinou sempre a boa disposição e a alegria, num ambiente muito agradável.

«Toda a gente está bem disposta e bem preparada para os Jogos. Agora é preciso total concentração para que cada um consiga dar o melhor em cada prova»

Uma noite inesquecível
Os membros da Missão voltaram à Aldeia após a Cerimónia de Abertura num processo algo demorado de transferência por autocarro. A maioria dirigiu-se ao restaurante principal para comentar as emoções da noite e finalmente conseguir cear.
A ida para a Aldeia processou-se às 19h40, no lugar 175 do desfile, tendo ficado em espera durante cerca de duas horas no Pavilhão National Indoor, onde decorrerão as provas de Ginástica e de Trampolins – o que permitiu a Ana Rente e Diogo Ganchinho, últimos atletas portugueses chegados à Aldeia, tomarem contacto com o palco da sua competição.

No pavilhão foi servido um snack e muitos líquidos, mas todas as delegações lamentaram não terem tido acesso a mais imagens do espectáculo que decorria ao lado, no estádio Ninho de Pássaro.
Os portugueses conviveram sobretudo com os suíços e com os sérvios, que estavam instalados perto, podendo alguns tirar fotos com os tenistas Roger Federer e Novak Djokovic.
No trajecto do Pavilhão para o Estádio a Missão de Portugal seguia já à frente da delegação da Coreia do Sul, o que permitiu ao treinador de Tiro com Arco e de Nuno Pombo, Myung Lee, conviver um pouco e tirar também fotografias com os seus compatriotas. Myung Lee participa nos Jogos Olímpicos pela quinta vez (duas pela Coreia do Sul, duas pela Arábia Saudita e uma por Portugal)
Quer no caminho para o estádio, ladeado por milhares de voluntários surpreendidos pelo cachecol de Portugal, com a designação do país em caracteres de mandarim, o desfile foi recebido com muito entusiasmo, que contagiou todos os membros da Missão.

Provas começam oito horas depois da Cerimónia
As provas começam para os portugueses às 9h00 de sábado, com Manuel Vieira da Silva a entrar em acção na primeira qualificativa de Tiro com Armas de Caça. Os atletas das provas de sábado, à excepção de João Costa que viu o desfile na bancada, permaneceram na Aldeia.

No pavilhão foi servido um snack e muitos líquidos, mas todas as delegações lamentaram não terem tido acesso a mais imagens do espectáculo que decorria ao lado, no estádio Ninho de Pássaro.
Os portugueses conviveram sobretudo com os suíços e com os sérvios, que estavam instalados perto, podendo alguns tirar fotos com os tenistas Roger Federer e Novak Djokovic.
No trajecto do Pavilhão para o Estádio a Missão de Portugal seguia já à frente da delegação da Coreia do Sul, o que permitiu ao treinador de Tiro com Arco e de Nuno Pombo, Myung Lee, conviver um pouco e tirar também fotografias com os seus compatriotas. Myung Lee participa nos Jogos Olímpicos pela quinta vez (duas pela Coreia do Sul, duas pela Arábia Saudita e uma por Portugal)
Quer no caminho para o estádio, ladeado por milhares de voluntários surpreendidos pelo cachecol de Portugal, com a designação do país em caracteres de mandarim, o desfile foi recebido com muito entusiasmo, que contagiou todos os membros da Missão.

Provas começam oito horas depois da Cerimónia
As provas começam para os portugueses às 9h00 de sábado, com Manuel Vieira da Silva a entrar em acção na primeira qualificativa de Tiro com Armas de Caça. Os atletas das provas de sábado, à excepção de João Costa que viu o desfile na bancada, permaneceram na Aldeia.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Zeca Afonso


Seria cruel, eu não falar deste grande cantor e artista, homem de grande carisma e convicções fortes, daqueles que não se intimidou a homens do regime, lutou sempre pelo seu ideal, coisa que muita gente não o faz, admiro pessoas que lutam por uma coisa em que acreditam, eu sou um pouco assim, nunca viro a cara a luta.
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por José Afonso ou Zeca Afonso, foi um cantor e compositor português. Não obstante o seu trabalho com o fado de Coimbra e a música tradicional, José Afonso ficou indelevelmente associado à música de intervenção, através da qual criticava o Estado Novo, regime de ditadura vigente em Portugal entre 1933 e 1974.
Foi criado pela tia Gé e pelo tio Xico, numa casa situada no Largo das Cinco Bicas, em Aveiro, até aos 3 anos (1932), altura em que foi viver com os pais e irmãos, que estavam em Angola havia 2 anos.
A relação física com a natureza causou-lhe uma profunda ligação ao continente africano que se reflectirá pela sua vida fora. As trovoadas, os grandes rios atravessados em jangadas, a floresta esconderam-lhe a realidade colonial. Só anos mais tarde saberá o quão amarga é essa sociedade, moldada por influências do apartheid.
Em 1937, volta para Aveiro onde é recebido por tias do lado materno, mas parte no mesmo ano para Moçambique, onde se reencontra com os pais e irmãos em Lourenço Marques (agora Maputo), com quem viverá pela última vez até 1938, data em que vai viver com o tio Filomeno, em Belmonte.
O tio Filomeno era, na altura, presidente da câmara de Belmonte. Lá, completou a instrução primária e viveu o ambiente mais profundo do Salazarismo, de que seu tio era admirador. Ele era pro-franquista e pro-hitleriano e levou-o a envergar a farda da Mocidade Portuguesa. «Foi o ano mais desgraçado da minha vida», confidenciou Zeca.
Zeca Afonso vai para Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano no Liceu D. João III. Os tradicionalistas reconheciam-no como um bicho que canta bem. Inicia-se em serenatas e canta em «festarolas de aldeia». O fado de Coimbra, lírico e tradicional, era principalmente interpretado por si.
Os meios sociais miseráveis do Porto, no Bairro do Barredo, inspiraram-lhe para a sua balada «Menino do Bairro Negro». Em 1958, José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra". Grava também, mais tarde, "Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa" (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) se torna um dos símbolos de resistência antifascista da época. Foi neste período (1958-1959) professor de Francês e de História na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça.
José Afonso morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, às 3 horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrófica. Será certamente recordado como um resistente que conseguiu trazer a palavra de protesto antifascista para a música popular portuguesa e também pelas suas outras músicas, de que são exemplo as suas baladas.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Eunice Muñoz faz 80 anos!!!


Em ano de comemoração de aniversário redondo, Eunice Muñoz (nascida a 30 de Julho de 1928) é reconhecida entre as maiores actrizes portuguesas, num percurso firmado em grande medida no teatro, mas também no cinema.
É a evocação da sua obra no cinema que a Cinemateca propõe, assinalando a data em seis sessões que dão a ver títulos significativos do seu trabalho.
Quer nos anos 40, dirigida por Leitão de Barros, Henrique Campos e Caetano Bonucci, quer nos anos 80, sob a direcção de Fernando Lopes e João Botelho.
Precoces, os primeiros passos de Eunice Muñoz nos palcos foram dados ainda em criança, no Ribatejo, onde vivia com a família.
Depois de se ter mudado para Lisboa, aos 13 anos fez um teste no Teatro Nacional, obtendo um papel em Vendaval, de Virgínia Vitorina.
Em 1943, a Maria em Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett, foi o papel da sua revelação.
O cinema surgiu três anos mais tarde, com CAMÕES em que protagonizou o principal papel feminino, Beatriz da Silva, despeitada personagem imaginária apaixonada pelo poeta.
Na década seguinte, Eunice continuou a representar em cinema, compondo uma série de jovens e temperamentais papeis dramáticos (UM HOMEM DO RIBATEJO e RIBATEJO, de Henrique Campos; NÃO HÁ RAPAZES MAUS, de Garcia Maroto; A MORGADINHA DOS CANAVIAIS, de Caetano Bonucci) mas também na comédia (OS VIZINHOS DO RÉS-DO-CHÃO, de Alejandro Perla).
Em 1955, e de novo durante uma década, o seu caminho inflectiu, reforçadamente, na direcção do teatro.
Foi este o ano da sua consagração como Joana d'Arc numa peça que, em grande parte pelo fulgurante êxito da sua interpretação, recebeu variadíssimos prémios.
De então em diante, somou grandes clássicos e autores portugueses num vasto e variado repertório teatral cujo reconhecimento generalizado, de crítica e de público, não parou de crescer, conhecendo um êxito impar com a sua composição como protagonista de Mãe Coragem, em 1986.
Nos anos 1960, regressou ao cinema com Manuel de Guimarães em O TRIGO E O JOIO a partir do romance homónimo de Fernando Namora (1965), voltando então a repetir um longo período de concentração nos palcos e afastamento das câmaras.
Em 1980, Lauro António dirigiu-a em MANHÃ SUBMERSA, Manoel de Oliveira em LISBOA, CAPITAL CULTURAL (1983), José Nascimento em REPÓRTER X (1986), Fernando Lopes em MATAR SAUDADES (1987) e João Botelho em TEMPOS DIFÍCEIS (1988).
Eunice Muñoz tornou-se entretanto presença regular da ficção portuguesa televisiva, desde que protagonizou, com uma imensa popularidade, A Banqueira do Povo.
Continua a fazer cinema e teatro.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Morreu a fadista Fernanda Baptista


A fadista e actriz Fernanda Baptista, de 89 anos, faleceu esta madrugada, no hospital de Cascais, onde se encontrava internada.

O corpo da fadista estará em câmara ardente, na Basílica da Estrela, a partir das 16.00 horas. As exéquias fúnebres têm início pelas 10:00 horas de sábado, seguindo o funeral para o Cemitério de Queluz.

Além do "Fado da carta" (João Nobre/Amadeu do Vale), a fadista criou vários outros êxitos e foi primeira figura de várias operetas e revistas, entre elas, "Chuva de mulheres" e "Fonte luminosa".

A sua estreia na revista deu-se em 1945, em "Banhos de sol", mas no início da década de 1940 já integrara o cartaz do Café Luso.

O êxito alcançado levou-a a deixar a profissão de costureira que exercia.

"Saudades de Júlia Mendes", "Fui ao baile", "Trapeiras de Lisboa", "Pedrinha da rua", "Fado toureiro" ou "Fado das sombras" foram alguns dos seus êxitos.

A sua última presença em palco foi no musical "Canção de Lisboa", de Filipe la Féria, em 2005.

A fadista foi alvo de várias homenagens, nomeadamente da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, da Câmara de Lisboa e, em 2003, foi condecorada com a Ordem de Mérito pelo Presidente da República, Jorge Sampaio.

Ao longo de mais de 65 anos de carreira artística, a fadista e actriz actuou em cerca de 50 revistas e operetas e realizou várias digressões, tendo actuado nos Estados Unidos, Brasil, Argentina e Angola.


Portugalmusica com este testo faz uma sentida homenagem a GRANDE FADISTA FERNANDA BAPTISTA a quem Portugal deve muito na divulgação da cultura Portuguesa pelo mundo fora.Portugalmusica da as condelências a familia.

sábado, 5 de julho de 2008

Queiroz confirmado no fim-de-semana para a Selecção Nacional


Carlos Queiroz espera resolver a situação com o Manchester United nas próximas horas, o que na prática significa que quando viajar para Portugal já deverá poder assumir oficialmente que será o substituto de Luiz Felipe Scolari no comando da Selecção Nacional.
O eleito para suceder a Luiz Felipe Scolari tem passado dias de expectativa e, por vezes, de alguma angústia aguardando pela decisão dos patrões do Manchester United. Uma decisão que, com o passar do tempo, gerou alguma incerteza, que, está prestes a terminar. O tempo escasseia - o treinador viaja para Portugal amanhã, para estar presente, na segunda-feira, na abertura da sua escola -, mas a espera já não será muito longa, uma vez que hoje todo o processo poderá ser concluído.
Queiroz expôs aos responsáveis do clube os seus pontos de vista e sublinhou que pretende uma saída digna e pacífica. Juntou a esses argumentos a vontade de não recusar o convite para dirigir a Selecção Nacional.
Pelo meio, teve de aguentar a pressão diária que lhe foi feita por Alex Ferguson, pouco disposto a compreender as razões do seu homem de confiança e ainda menos a concordar com a saída. Tudo isto, naturalmente, sem deixar de continuar a trabalhar com o plantel, bem como com as escolinhas do clube.
Perante este cenário, não é de estranhar a pressa do treinador em ver o processo concluído. Só que a realidade do Manchester United é muito diferente da de qualquer clube português: a ausência dos proprietários - são norte-americanos - e as férias de vários responsáveis têm impedido a realização de uma reunião onde o assunto possa ser defitivamente discutido e resolvido.
A verdade é que o futuro do eleito de Gilberto Madail para liderar Portugal nas campanhas para o Mundial'2010 e para o Euro'2012 está dependente da referida reunião e, obviamente, das condições que lhe forem apresentadas para a sua saída, pela segunda vez, do Manchester United. Um outro problema que também se coloca é o de que não existe na equipa técnica do Manchester quem possa substituir Queiroz nas funções que desempenha, uma questão que também estará em cima da mesa...
Ainda assim, as decisões estão por horas, porque os ingleses também sentem necessidade de não prolongar este cenário de instabilidade, que não beneficia ninguém...
A última palavra virá do outro lado do Atlântico, onde estão os Glazer, proprietários do Manchester United e quem verdadeiramente decide. E de lá os sinais que chegam são positivos para as pretensões de Carlos Queiroz. Ou seja, tudo se conjuga para que, o técnico responda afirmativamente ao convite do presidente da Federação Portuguesa de Futebol, e ainda antes do prazo que por este lhe foi colocado.